Alguma vez já lhe ocorreu que Deus lhe deu uma individualidade? Ele certamente o fez. Ele lhe deu uma personalidade muito própria, um tesouro a ser guardado no seu mais profundo Eu. Ele lhe deu uma vida para conduzir, uma vida que você e apenas você deve conduzir. Ele lhe deu um trabalho a realizar, que você e somente você deve realizar. Ele o colocou neste mundo, um ser Divino, um filho Seu, para aprender a como se tornar perfeito, para obter todo o conhecimento possível, para crescer bondoso e amável e para auxiliar os outros.
E já lhe ocorreu como Deus conversa com você e lhe fala de sua individualidade própria, de seu trabalho e de como conduzir o seu barco para seu próprio curso? Ele lhe fala através de seus verdadeiros desejos, que são os instintos de sua Alma. De que outra maneira ele podeira lhe falar?
Se apenas ouvirmos e obedecermos nossos nossos próprios desejos, sem nos influenciarmos por qualquer outra personalidade, seremos sempre levados e guiados, não apenas ao longo do caminho que nos conduzirá ao nosso próprio avanço e perfeição, mas também tornando nossas vidas mais úteis para os outros. Ao sermos influenciados pelos desejos de outras pessoas, deixamos de lado o nosso próprio trabalho e desperdiçamos tempo. Cristo nunca teria cumprido Sua Missão se tivesse dado ouvidos a Seus pais e nós teríamos perdido um exército de ajudantes do mundo, tais como Florence Nightingale e muitos outros, se eles tivessem ouvido os conselhos dos outros e não permanecessem fiéis aos desejos de seus próprios corações.
Que melhor resolução poderíamos tomar, na chegada do Ano Novo, do que a de ouvir nossos próprios desejos, que são mensageiros das nossas Almas, e ter a coragem de obedecê-los?
Texto escrito pelo Dr. Edward Bach, sem data
Fonte : Escritos Selecionados do Dr. Edward Bach
Chez Jardin - Simone Oliveira foi criado no intuito de gerar informações sobre os sistemas Florais de Bach e Saint Germain. Um espaço para trocar idéias de fórmulas e receitas com os leitores, divulgar novidades e maneiras de otimizar sua utilização. E, caso precise de ajuda para compor uma fórmula, escreva para chezjardin@gmail.com
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
O Verdadeiro Amor
O que chamamos de "amor" é uma combinação de avidez e medo, isto é, desejo de ter mais e medo de perder. Portanto, o que chamamos e "amor" deve ser IGNORÂNCIA.
O verdadeiro amor deve estar infinitamente acima de nossa compreensão, deve ser algo tremendo, o completo esquecimento do Eu, a perda da individualidade na Unidade, a absorção da personalidade pelo Todo.
Quanto compreendemos estas palavras, então compreendemos os ensinamentos de Cristo, que deixarão de ser parábolas. Desse modo, o amor parece ser o serviço combinado com a sabedoria.
Chamamos de amor aquilo que uma pessoa nos dá, porque satisfaz o nosso desejo ávido por receber mais. Chamamos de ódio àquele sentimento que temos sempre que alguém nos tira algo, por causa do medo da perda.
Quando percebemos que na Terra não temos nada a perder e tudo a ganhar, não conheceremos o ódio no sentimento apropriado da palavra, seremos capazes de "amar nossos inimigos".
Provavelmente o mais próximo do que conhecemos como amor é o amor pelo inatingível, pelo por-de-sol, pelas noites estreladas, pela música e a beleza das montanhas e prados.
No âmago de nossos corações,precisamos saber que nossos inimigos são aqueles que nos abrem caminhos, porque, ao fazerem isso, constroem um elo quase impossível de quebrar e devemos agradecer-lhes quando se nos opoem.
Qualquer pessoa sobre a qual podemos impor a nossa vontade, controle ou poder é um perigo para a nossa liberdade. Não importa se a nossa influência é devida ao amor, ao poder, ao medo ou ao que quer que seja. Nossas almas devem agradecer a todos aqueles que se recusam a ser nossos servos, uma vez que a servidão rouba deles e de nós a nossa individualidade.
Texto escrito pelo Dr.Edward Bach em 13de Dezembro de1933,
em Cromer, Norfolk
Fonte: Escritos Selecionados do
Dr. Edward Bach
O verdadeiro amor deve estar infinitamente acima de nossa compreensão, deve ser algo tremendo, o completo esquecimento do Eu, a perda da individualidade na Unidade, a absorção da personalidade pelo Todo.
Assim, parece que o verdadeiro amor é o oposto do Eu.
Quanto compreendemos estas palavras, então compreendemos os ensinamentos de Cristo, que deixarão de ser parábolas. Desse modo, o amor parece ser o serviço combinado com a sabedoria.
Chamamos de amor aquilo que uma pessoa nos dá, porque satisfaz o nosso desejo ávido por receber mais. Chamamos de ódio àquele sentimento que temos sempre que alguém nos tira algo, por causa do medo da perda.
Quando percebemos que na Terra não temos nada a perder e tudo a ganhar, não conheceremos o ódio no sentimento apropriado da palavra, seremos capazes de "amar nossos inimigos".
O verdadeiro amor de Deus ou de nossos companheiros parece o de
servir sem recompensas.
Provavelmente o mais próximo do que conhecemos como amor é o amor pelo inatingível, pelo por-de-sol, pelas noites estreladas, pela música e a beleza das montanhas e prados.
No âmago de nossos corações,precisamos saber que nossos inimigos são aqueles que nos abrem caminhos, porque, ao fazerem isso, constroem um elo quase impossível de quebrar e devemos agradecer-lhes quando se nos opoem.
Qualquer pessoa sobre a qual podemos impor a nossa vontade, controle ou poder é um perigo para a nossa liberdade. Não importa se a nossa influência é devida ao amor, ao poder, ao medo ou ao que quer que seja. Nossas almas devem agradecer a todos aqueles que se recusam a ser nossos servos, uma vez que a servidão rouba deles e de nós a nossa individualidade.
Texto escrito pelo Dr.Edward Bach em 13de Dezembro de1933,
em Cromer, Norfolk
Fonte: Escritos Selecionados do
Dr. Edward Bach
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
O Verdadeiro Conhecimento
Todo VERDADEIRO CONHECIMENTO vem APENAS de DENTRO DE NÓS MESMOS, através da comunicação silenciosa com nossa ALMA.
As doutrinas e a civilização roubaram-nos o Silêncio, roubaram-nos o conhecimento de que SABEMOS TUDO DENTRO DE NÓS.
Fomos levados a crer que precisamos ser ensinados por outros e nossos próprios Eus Espirituais foram abafados.
A bolota, carregada milhares de quilômetros para longe da árvore-mãe, sabe, sem instruções, como tronar-se um Carvalho perfeito. Os peixes dos mares e rios põem seus ovos e se afastam. O mesmo se dá com o sapo. A serpente coloca seus ovos na areia e e continua a sua jornada. Dentro da bolota,dos ovos de peixes, sapos, serpentes, etc. está todo o conhecimento necessário para que o Ser torne-se tão perfeito quanto seus pais.
As jovens andorinhas podem encontrar seu abrigo de inverno a centena de quilômetros de distância, enquanto seus pais ainda estão ocupados com a segunda prole.
Precisamos muito voltar a crer que DENTRO DE NÓS REPOUSA TODA A VERDADE; precisamos lembrar que não necessitamos dos conselhos ou ensinamentos, exceto aqueles que vêm de dentro de nós.
Cristo nos ensinou que os lírios do campo, embora nem semeassem nem fiassem, estavam mais perfeitamente trajados do que Salomão em toda a sua glória.
E Buda nos ensinou que todos nós estaríamos no caminho da AUTO-realização se nos livrássemos dos sacerdotes e dos livros.
Texto escrito pelo Dr. Edward Bach em 21 de Maio de 1936.
Fonte: Escritos Selecionados de Edward Bach
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Dentro de Nós Repousa toda a Verdade
Todo VERDADEIRO CONHECIMENTO vem APENAS de DENTRO DE NÓS MESMOS, através da comunicação silenciosa com nossa ALMA.
As doutrinas e a civilização roubaram-nos o Silêncio, roubaram-nos o conhecimento de que SABEMOS TUDO DENTRO DE NÓS.
Fomos levados a crer que precisamos ser ensinados por outros e nossos próprios Eus Espirituais foram abafados.
A bolota, carregada milhares de quilômetros para longe da árvore-mãe, sabe, sem instruções, como tronar-se um Carvalho perfeito. Os peixes dos mares e rios põem seus ovos e se afastam. O mesmo se dá com o sapo. A serpente coloca seus ovos na areia e e continua a sua jornada. Dentro da bolota,dos ovos de peixes, sapos, serpentes, etc. está todo o conhecimento necessário para que o Ser torne-se tão perfeito quanto seus pais.
As jovens andorinhas podem encontrar seu abrigo de inverno a centena de quilômetros de distância, enquanto seus pais ainda estão ocupados com a segunda prole.
Precisamos muito voltar a crer que DENTRO DE NÓS REPOUSA TODA A VERDADE; precisamos lembrar que não necessitamos dos conselhos ou ensinamentos, exceto aqueles que vêm de dentro de nós.
Cristo nos ensinou que os lírios do campo, embora nem semeassem nem fiassem, estavam mais perfeitamente trajados do que Salomão em toda a sua glória.
E Buda nos ensinou que todos nós estaríamos no caminho da AUTO-realização se nos livrássemos dos sacerdotes e dos livros.
Texto escrito pelo Dr. Edward Bach em 21 de Maio de 1936.
Fonte: Escritos Selecionados de Edward Bach
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